Meu menino do Pelô

Escolhemos um percurso curto, Maceió-Salvador-Maceió, pensando que talvez as crianças não se adaptassem bem ao balanço no mar. Que nada! Carol e Ernesto curtiram cada minuto. Desde a cabine, que tinha uma escotilha para observar aquele oceano à perder de vista e uma banheira que eles transformaram em piscina, até o último deck, onde a paisagem era feita de céu e mar, com todas as tonalidades possíveis.
Quando chegamos a Salvador, tivemos dificuldade de disputar um táxi com turistas que iam fazer um tour completo pela cidade. Nós só queríamos ir até o Pelô. Fizemos então o trajeto a pé. Do porto ao elevador Lacerda foram só dois quarteirões. Subimos o elevador e caminhamos até o Pelourinho.

Com a facilidade que Ernesto tem para se entrosar, ele foi chegando e conversando. Fiquei de longe olhando ele bater papo com os novos colegas, contando que chegou ali num "navio bem grande", e foi sentando no chão, pedindo licença para brincar, muito à vontade com a simplicidade da vida.
Um lugar novo, amigos novos, sem susto nem estranhamento... apenas compôs o cenário, o meu menino do Pelô...
fotos: arquivo pessoal
Comentários
Postar um comentário