Rotina de repórter e as pessoas que surpreendem...
Hoje, por exemplo, eu corri bastante para falar da poluição provocada pelos veículos desregulados no trânsito, fui até o Vale do Reginaldo registrar o início de uma importante obra de urbanização, beneficiando centenas de familias que vivem em situação de miséria. Fui à Artnor, descobrir o que as crianças estão gostando na feira de artesanato, e ainda tive que dar conta de uma pauta extra, para mostrar o tumulto que tomou conta da cidade com o apagão do final da tarde... ufa!
A feira de artesanato foi uma matéria agradável, com crianças bem especiais, como o indiozinho de 9 anos, Uirapuanparan, que queria desferir uma flechada em uma escultura de onça para me mostrar a habilidade dele com o arco e flecha... achei melhor ele só fazer de conta, sem acertar o bicho de madeira... vai que ele erra o alvo no meio da feira, né?
Virou uma atração à parte na feira, o pequeno escultor... será que talento se transmite por DNA???
As fotos são minhas: 1) meninos jogando no Reginaldo 2) 66 registrando o início da obra 3) o escultor precoce
Adorei suas impressões. Um abraço
ResponderExcluirMuito bom saber como é o dia-a-dia de uma jornalista,posts como esse deixa a gente ainda mais empolgado em ler seu blog. Abração Lenilda
ResponderExcluirAcredito que, no dia em que deixarmos de nos surpreender (seja isso bom ou ruim) com o ser humano, nossa profissão perde o sentido. E é em momentos como esses, de surpresa, que eu sei o motivo de gostar tanto de ser jornalista.
ResponderExcluir