quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Um exemplo de perseverança....


Tem uma personagem que eu amei conhecer esse ano. Eu a entrevistei no início do ano para a TV Pajuçara, quando ela passou na seleção para a Ufal. REcentemente tive nova conversa com Dijânia, para a matéria publica no Postais do Conhecimento. Vale a pena conhecer gente que nos entusiasma com a coragem de enfrentar as limitações e obstáculos. Força para ela! Que siga adiante!


Para Dijânia Correia, 41 anos, ter concluído o supletivo e depois ter sido aprovada no concurso de merendeira da rede municipal de ensino, há dois anos, já foram importantes conquistas. Mas a então moradora do conjunto Village Campestre queria mais. Uma amiga contou para ela de um pré-vestibular comunitário gratuito com aulas no conjunto Graciliano Ramos, que preparava para a seleção da Ufal.

“A minha amiga fez o cursinho e entrou para Geografia, na Ufal, isso me animou a tentar. Em 2010, busquei informações sobre o Conexões de Saberes e me matriculei no cursinho”, conta Dijânia. Mesmo trabalhando como merendeira e cuidando de 9 filhos, Dijânia não faltou uma aula. “Fiquei sem tempo de sair com os meninos, de cuidar da casa, tinha aula até no domingo. Foi um sacrifício para toda a família, mas todos me ajudaram, tive apoio dos filhos e do marido”, disse a estudante.

Todo esse esforço foi recompensando quando, no início de 2011, Dijânia foi aprovado com aluna de Ciência da Computação na Ufal. “Eu estava em casa doente e não pude acompanhar a leitura da listagem dos aprovados. Mas depois do resultado, meu celular não parou de tocar. Muita gente comemorou comigo está vitória”, lembra Dijânia.

E para aumentar a alegrias, vários amigos do grupo de estudo de Dijânia foram aprovados no mesmo período. “Da nossa turma, que se reunia todas as tarde na biblioteca do Acauã, teve o Alejandro, que passou em Engenharia Civil, o Franklin Oliveira, que conseguiu uma bolsa numa universidade particular, e o Bernardo, que passou para Geografia, na Ufal,” comemora a universitária.

Dijânia ressalta a importância que o programa Conexões de Saberes teve para esta aprovação.”Eu praticamente não cursei o ensino médio, fiz apenas o supletivo. O cursinho pré-vestibular do programa Conexões me ajudou a revisar alguns assuntos e a aprender outros. Além disso, o incentivo dos professores e dos colegas foi fundamental para superar as dificuldades”, ressalta a estudante de Ciência da Computação.

“Minha vida mudou muito depois que eu entrei na Ufal. Sei que estou o início da conquista de um sonho e que ainda tenho um longo caminho pela frente, mas a visão das pessoas sobre mim já é bem diferente. Na escola onde trabalho e no bairro onde moro todo mundo se surpreende quando digo que estudo Ciência da Computação”, conta a merendeira.

Além disso, a conquista de Dijânia influenciou toda a família. Depois que ela passou no vestibular, o filho mais velho, José Elson, de 21 anos, que trabalhava num mercadinho, deixou o trabalho para estudar. “Ele vai fazer o Enem e quer entrar na Ufal também. Eu digo para ele que não é fácil, mas não se pode desistir”, ressalta Dijânia.

Adison Natanael, de 11 anos, companheiro inseparável da estudante, estava com a mãe durante a entrevista. “Este aqui é muito estudioso e já está crescendo com a idéia que, mesmo com as dificuldades financeiras que temos e com as deficiências do ensino público, nós podemos e devemos querer mais”, disse Dijânia.

O marido da universitária também voltou a estudar. Ele está desempregado, estava desestimulado, mas ganhou um novo ânimo com a aprovação da esposa na Universidade Federal de Alagoas. “Eu sei que sou um estimulo para todos eles, por isso não posso desanimar. Às vezes penso que não vou conseguir entender Geometria Analítica (risos) mas encaro essas disciplinas como mais um desafio na vida”, conclui a universitária.

foto: Dijânia, o filho Adison e o livro de geometria analítica

terça-feira, 8 de novembro de 2011

As dez coisas que os espíritos das sombras gostam que voce faça...

Reproduzindo do Blog Doutrina Espírita para que a gente aprenda a fazer o que nos faz bem, como seres que buscam a luz e a paz!

1. - Que você minta, que não viva a verdade em cada ato, que não faça da vida aquilo que gosta, que procure preponderar os interesses materiais em relação aos conscienciais e que jamais cumpra com a sua palavra.

2. - Que você tenha muita dúvida, que sinta-se inseguro o tempo todo e que não tenha fé na vida, nas pessoas e nas possibilidades que o universo nos oferece.


3. - Que você não estabeleça uma conexão com a Fonte Divina ou Deus. Que você acredite que só se vive uma vida. Em especial que você se concentre em aproveitar a vida no sentido de apenas se divertir o tempo todo, principalmente, que você não dê atenção à evolução do amor e da consciência. Quanto menos você pensar e agir no sentido de realizar a missão da sua alma, que é o propósito da sua existência, mais você agrada os seres das sombras e mais você facilita o trabalho deles.


4. - Que você não se preocupe jamais com os outros. Que não pense em caridade, em bem-estar alheio, em colaborar para a formação de uma sociedade mais digna e elevada. Quanto mais você pensa unicamente nos seus interesses mundanos, mais você agrada e facilita o trabalho das sombras.


5. - Que você jamais perdoe, que sinta muita raiva e desejo de vingar-se das pessoas as quais lhe fizeram mal. Além disso, que você faça valer a sua palavra a qualquer preço, sem compaixão, sem paciência e sem respeito. O tipo de campo de energia produzido por esses sentimentos alimenta muito a força dos seres das sombras, oferecendo a eles alimento, energia e campo de ação para suas investidas nefastas.


6. - Que você jamais estude e que nunca busque o desenvolvimento de seus potenciais. Em especial que você seja acomodado, preguiçoso e sem iniciativa. Quanto menos você cuidar do seu corpo, da sua mente, das suas emoções e do seu espírito, mais você ajudará a facilitar o trabalho das sombras. Quanto mais alienado e cético você for, melhor!


7. - Que você seja fanático, determinista, inflexível, convicto e fascinado. Quanto menos tolerância, equilíbrio, leveza e sensatez você tiver nos seus atos, mais você contribuirá para as estratégias dos seres das sombras.


8. - Que você elimine da sua vida a oração, a meditação e qualquer tipo de prática espiritual. De preferência que você substitua essas práticas por vícios como drogas, álcool, fumo, alimentação desequilibrada, jogos e sexo promíscuo. Quanto mais você abandonar práticas saudáveis, mais você contribuirá para abrir a porta de acesso que liga os seres das sombras até você.


9. - Que a sua disciplina seja muito ruim e que você nunca tenha persistência para seguir seus objetivos, para realizar suas práticas diárias de conexão com Deus e que nunca tenha perseverança em seguir os seus sonhos.


10. - Que jamais acredite na sua intuição e que siga apenas a voz da razão e que não confie em nada, absolutamente nada que não seja comprovado cientificamente ou que não tenha relevância acadêmica. Em especial, que você abandone a sua sensibilidade de perceber as coisas e situações, acreditando apenas no que você vê com os próprios olhos. De preferência, quando situações ruins acontecerem em sua vida, vitimize-se e rapidamente encontre um culpado, que certamente não deve ser você.


Não quer alimentar atitudes que atraiam obsessores ou seres das sombras para a sua vida? Quer construir um estilo de vida que lhe faça feliz? Quer estar em sintonia com as Fontes Divinas?
Então, faça um exame de consciência e elimine da sua vida esses comportamentos citados anteriormente. Eliminando esses erros comuns você certamente dará um importante passo na conquista de uma vida cheia de bênçãos e bem aventurança!


Foto: O casal que aparece na foto tem um espírito obsessor pairando sobre os dois. É muito comum este tipo de foto.

Blog do Dirceu Rabelo

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Para deixar ir, sem dor...

Acordei com está música de Gonzaguinha na cabeça, e acredito que ela diz tudo. Não adianta tentar reter aquilo que deve partir... a vida precisa fluir livremente...


Para quem bem viveu o amor
Duas vidas que abrem
Não acabam com a luz
São pequenas estrelas
Que correm no céu
Trajetórias opostas
Sem jamais deixar de se olhar

É um carinho guardado no cofre
De um coração que voou
É um afeto deixado nas veias
De um coração que ficou
É a certeza da eterna presença
Da vida que foi
Da vida que vai
É a saudade da boa
Feliz, cantar

Que foi, foi, foi
Foi bom e pra sempre será
Mais, mais, mais
Maravilhosamente amar


Imagem: as mão são do meu amigo, Daniel Paes

domingo, 30 de outubro de 2011

Perfeito

Existem momentos perfeitos
A música certa
O silêncio exato
A carícia suave e profunda
Que toca o corpo e a alma

Existem momentos que,
Se não virarem poesia,
Podem explodir dentro da gente

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

A mulher contemporânea e suas "máscaras"



Joan Rivière, psicanalista inglesa que atuou na primeira metade do século passado, escreveu uma obra que é referência para o estudo dos conflitos da mulher contemporânea. Em “Feminilidade como Máscara”, de 1929, ela avalia como as mulheres, conquistando competências até então tipicamente masculinas, assumem uma “máscara” de feminilidade, que serve, de certo modo, como proteção contra possíveis retaliações masculinas.

Trazendo esses conceitos para a realidade cultural brasileira, a psicóloga Mirian Maranhão acompanhou, durante o Mestrado realizado na Unisinos, em 2008, um grupo terapêutico feminino na cidade de São Leopoldo, Rio Grande do Sul. “Eram mulheres ligadas à economia agrícola da região, numa sociedade tão machista quanto a nordestina e que, após cuidarem dos maridos e filhos durante anos, redescobriam a própria identidade, após uma separação, ou a morte do marido, ou qualquer outro acontecimento que as levaram a reavaliarem a vida”, conta a pesquisadora.

Os encontros semanais duravam cerca de 40 minutos e eram campo de estágio das estudantes de Psicologia da Unisinos. “Eu acompanhei o grupo terapêutico como observadora, sem interferir no processo, mas avaliando como experiência prática, o referencial teórico de Freud e Lacan, para analisar como as mulheres vivem entre 'faltas' e aprendem a lidar com elas”, explicou Mirian.

Durante este acompanhamento a psicóloga ouviu relatos marcantes de mulheres que anularam a própria individualidade durante o casamento e, naquela oportunidade, buscavam recuperar o que faltava, como um emprego, ou uma expressão artística, ou mesmo a integração em um novo grupo de convivência, onde reencontravam a segurança psíquica necessária para recomeçar.

O livro

As análises teóricas sobre o drama dessas mulheres, que foram a base da dissertação de Mestrado da professora de Psicologia da Ufal, Mirian Tenório Maranhão, foram compiladas em um livro, intitulado “Feminino, Arte e Revolução: um aporte psicanalítico”.

Na introdução, a professora apresenta a proposta do trabalho: “Ao se propor uma reflexão acerca da construção da feminilidade, a partir dos paradigmas da contemporaneidade, percebe-se que o mundo atual oferece diversas vertentes através das quais as mulheres podem construir o seu modo de ser mulher, a sua própria inscrição de feminino”. Nessa construção, segundo a pesquisa, a arte e seu caráter revolucionário tem um papel fundamental.

O livro será lançado no dia 26 de outubro, às 19h, no Centro de Convenções, durante a V Bienal Internacional do Livro. “Será uma noite de lançamentos na área de Psicologia. Além do meu livro, a professora Eliane Leitão e outros professores da Ufal vão apresentar seus trabalhos. Esperamos que a comunidade acadêmica e os psicólogos compareçam”, convida a professora Mirian Maranhão.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Instituto de Física participa de projeto nacional contra o câncer de pele

Uma pesquisa sediada na USP de São Carlos, coordenada pelo professor Vanderlei Begnato, está desenvolvendo uma tecnologia totalmente nacional para o diagnóstico e tratamento do câncer de pele, em estágio inicial, com menor custo e muita eficiência. As drogas e equipamentos estão sendo produzidos por empresas brasileiras. A pesquisa foi aprovada em dezembro de 2009 e vai reunir 100 centros de pesquisa no país. O da Ufal, que vai funcionar no HU, será o único do Nordeste e será coordenado pela professora Maria Tereza de Araújo, do Instituto de Física.

“Durante mais de um ano, trabalhamos para ajustar e certificar os equipamentos e as drogas, produzidos aqui no país, junto à Anvisa. Agora podemos começar a fase de diagnóstico e tratamento com terapia fotodinâmica”, ressalta a professora. O projeto, fomentado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES), é interdisciplinar e envolve uma equipe formada por físicos, médicos e enfermeiros.

“Entrei em contato com este grupo quando fiz pós-doutorado em São Carlos. Diante da importância social deste projeto, que vai acompanhar mais de oito mil pacientes em todo o Brasil, apresentei imediatamente a proposta de incluir a Ufal nesta pesquisa”, relatou a coordenadora.

A professora Maria Tereza destaca que a incidência de câncer de pele na região nordeste é muito alta, provocada pela forte irradiação da luz solar nessa região. “Muitas pessoas trabalham expostas ao sol sem a devida proteção. Por isso, é importante desenvolver um programa de diagnóstico precoce e tratamento de pequenas lesões, de forma rápida, eficiente e com custos mais baixos. Essas são as novidades desta pesquisa”, explica a professora.

A equipe que vai atuar no Hospital Universitário já foi selecionada. Além da professora Maria Tereza de Araujo, doutora em Física e coordenadora do projeto, participam o doutorando em Física, Francisco de Assis Martins Gomes Rêgo Filho, e a equipe clínica, formada pelo dermatologista responsável, Dr. Everson José dos Santos Leite, as dermatologistas Maria do Socorro Ventura, Raquel Patriota e Kathia Monielly Tenório Nunes, e ainda pela técnica em Enfermagem, Elma Cássia de Souza Silva Zechinatto.

Os envolvidos no projeto de pesquisa não vão receber remuneração por esse trabalho. Será um novo conhecimento adquirido pela equipe, com uma tecnologia e um protocolo de tratamento totalmente nacionais”, diz a coordenadora. Ela ressalta ainda que a pesquisa está sendo analisada pelo comitê de Ética em Pesquisa da Ufal. “Como é um procedimento novo, com pacientes, é preciso um acompanhamento rigoroso de todo o processo”, ressaltou Maria Tereza. Ela informou ainda que o laboratório do HU será utilizado em horários específicos, para não tumultuar as rotinas do Hospital.

Em Alagoas, serão selecionados 80 pacientes. Eles precisam ter um tipo específico de câncer de pele, o carcinoma basocelular, que é o câncer da pele mais frequente, representando cerca de 70% de todos os tipos, com uma lesão que ainda não tenha ultrapassado 2 cm de raio. “Isso porque o equipamento emite uma luz específica, que é eficiente apenas em casos iniciais, onde o tratamento ainda pode ter uma resposta rápida”, diz a Física.

Pelas experiências feitas em São Carlos, o tratamento é eficiente nesse estágio, com 90% de cura, sem raspagem, sem queimar a lesão, sem deixar cicatrizes. Não é preciso nem internação. O paciente se submete ao tratamento e volta para casa. “É uma técnica com fluorescência óptica e terapia fotodinâmica, simples e eficiente”, ressalta a coordenadora.

Além do alcance social do projeto, que vai beneficiar oito mil pacientes no Brasil, sendo 80 em Alagoas, a pesquisadora destaca a importância científica para estabelecer uma técnica de tratamento que permite barateamento de custos num tratamento de alta demanda no país e um intercâmbio fundamental entre as ciências exatas e da saúde para o desenvolvimento de pesquisas em âmbito nacional.

“Esperamos que este projeto contribua de forma significativa para a diminuição da incidência de câncer basocelular em nosso país, oferecendo um tratamento que está dentro da realidade econômica brasileira e pode ser utilizando no Sistema Único de Saúde”, conclui a pesquisadora.





Veja vídeo sobre os detalhes do tratamento

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Pensando bem: A cultura popular de Alagoas é destaque de um TCC ...

Pensando bem: A cultura popular de Alagoas é destaque de um TCC ...: O Guerreiro foi o folguedo pesquisado pela aluna Mona Cleide Quirino da Silva, do curso de Biblioteconomia da Ufal. Ela quis aber como as bi...

A cultura popular de Alagoas é destaque de um TCC premiado

O Guerreiro foi o folguedo pesquisado pela aluna Mona Cleide Quirino da Silva, do curso de Biblioteconomia da Ufal. Ela quis aber como as bibliotecas e outros equipamentos culturais estão contribuindo, não só para preservar esta memória, para manter os grupos culturais em atividade.

O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)  recebeu o Prêmio "Carminda Nogueira de Castro", como o melhor trabalho em nível nacional, durante o Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação e Ciência da Informação (CBBD), realizado em agosto deste ano, em Maceió.

Para o curso de Biblioteconomia, que tem 13 anos na Ufal, a premiação foi um incentivo e uma importante divulgação das ações destes profissionais.

Veja a matéria veiculada na TV Pajuçara

foto do site do Colégio São Luiz

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Própolis vermelha pode ser aliada no tratamento da Aids

O Grupo de Pesquisa em Tecnologia e Controle de Qualidade dos Medicamentos, da Escola de Enfermagem e Farmácia, coordenado pelo professor Ticiano Gomes, está investigando as propriedades farmacológicas da própolis vermelha, encontrada no litoral alagoano. Já existem estudos em Cuba que comprovam que os flavonóides desta substância são antirretrovirais, ou seja, inibem o crescimento do vírus da Aids.

A própolis vermelha já faz parte dos Arranjos Produtivos Locais em Alagoas, ou seja, já existem políticas de incentivo para a produção e comercialização desta substância, que está à venda em algumas farmácias de produtos naturais. “Desta forma, o interesse pela pesquisa é maior, já que a própolis vermelha é encontrada no litoral alagoano de Maragogi a Jequiá da Praia”, diz o professor Ticiano Gomes.

A própolis é uma substância produzida pelas abelhas a partir de coletas na vegetação. Por isso, pode ter cores e propriedades diversas, dependendo do ecossistema local. A própolis vermelha de Alagoas tem características específicas, porque é produzida a partir da resina do rabo-de-bugio, planta encontrada nos manguezais.

Os flavonóides, que são compostos químicos encontrados nas plantas, extraídos da própolis vermelha já tem comprovação como antioxidantes, ou seja, retardam o envelhecimento das células. “Também já comprovamos nos nossos estudos que a própolis vermelha contribui para fortalecer o sistema imunológico, mas precisamos de equipamentos mais precisos para estudar as propriedades antirretrovirais (contra a Aids), como já foi comprovado em Cuba, e anticancerígenas”, esclarece Ticiano.

O pesquisador informa ainda que, como a própolis verde é mais comum, a pesquisa sobre esta variedade está mais avançada. “Mas, ultimamente, a própolis vermelha vem chamando a atenção do mundo, por isso a importância de realizar pesquisas sobre este fitoterápico produzido no Estado”, reforça o professor. “Estamos realizando aqui no nosso laboratório, com os recursos que temos, o isolamento dos constituintes químicos por spray drier, que possibilita uma avaliação por nanotecnologia”, explica o professor.

Segundo o professor, ainda será necessário investir nos equipamentos do laboratório para aprofundar as pesquisas e conseguir comprovar as propriedades químicas, fisioquímicas, farmacológicas e toxicológicas da própolis vermelha. “Nossa pesquisa aqui na Ufal é recente. Tem menos de cinco anos. Ainda estamos equipando o laboratório, mas temos perspectivas de produzir boas pesquisas para a sociedade alagoana”, ressalta o pesquisador da Esenfar.

Matéria completa publicada no site da Ufal

Pesquisador analisa a ação da atmosfera sobre a sociedade

A influência do clima sobre as ações humanas é bastante conhecida por toda a população. Não é à toa que consultamos o serviço de meteorologia antes de uma viagem ou de planejar uma festa ao ar livre. Mas esse tema ainda é pouco abordado cientificamente. Poucos estudiosos se dedicam a pesquisar os vários aspectos em que clima e temperatura podem alterar o nosso cotidiano.

Um dos entusiastas desta área é o professor de Biometeorologia da Ufal, José Clênio Ferreira de Oliveira. O pesquisador, que é mestre em Desenvolvimento e Meio Ambiente pela Universidade Federal da Paraíba, organizou pela primeira vez, em 2008, em Alagoas, o seminário Atmosfera e Sociedade, que se transformou em um projeto de Extensão do Instituto de Ciências Atmosféricas da Ufal.

O objetivo do seminário foi sistematizar um debate interdisciplinar e multidisciplinar sobre como as variáveis meteorológicas se relacionam com vários outros campos de estudo. “Por exemplo, em Psicologia existe uma disciplina recente, a Psicologia Ambiental, dedicada a observar como o clima influencia no comportamento humano”, explica o professor Clênio. “Algumas pesquisas registraram que na Sibéria, dependendo da mudança dos ventos, aumentava o número de suicídios, inclusive em pessoas que não apresentavam tendência à depressão”, relaciona o professor Clênio.

Influências na saúde e no comportamento

Segundo o pesquisador, essa não é uma questão nova, mas ainda é muito contestada e vista com certo preconceito na acadêmia. Mas existem referências importantes em Biometeorologia, S. W. Tromp, por exemplo, já em 1980, observou que o corpo humano registra estímulos meteorológicos que podem iniciar enfermidades, agravar doenças pré-existentes e até levar à morte.

Atento a esta relação entre clima e doenças, Clênio foi o primeiro meteorologista do Brasil a ter sua dissertação de Mestrado co-orientada por um médico. “O médico Jairo Calado estudou a relação da temperatura, umidade e precipitação pluviométrica com o agravamento de determinadas enfermidades aqui no nordeste”, destacou o pesquisador.

A influência das variáveis atmosféricas podem se dar, na questão da saúde, de forma indireta, estimulando a produção dos vetores, como o mosquito da dengue, que precisa de umidade e calor para se reproduzir, ou quando as cheias aumentam os riscos de contaminação por leptospirose e leishmaniose. Mas algumas doenças são influenciadas diretamente pelo clima, como as crises respiratórias provocadas pela baixa umidade ou baixas temperaturas.

Veja a matéria completa no site da Ufal

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Educação Infantil não é para "alfabetizar"

Desde que a educação infantil ganhou status de “obrigatória” no Brasil, ou seja, desde que a Lei de Diretrizes a Bases da Educação determinou que o acesso à Educação Infantil deve ser garantido pelo Estado a todas as crianças de 0 a 5 anos, muitas alterações foram feitas na forma como os “pequenos” são tratados dentro da escola.

Os antigos modelos de creche tinham a principal tarefa de “cuidar” das crianças enquanto os pais trabalhavam, e não tinham uma orientação muito definida sobre o processo educacional nessa faixa etária. Depois, se passou para o outro extremo. Os pais e até alguns educadores começaram a pressionar por uma alfabetização precoce. As crianças já começavam a aprender a ler e escrever antes dos seis anos de idade.

Mas, segundo explicou Betânia Correia, a psicóloga do NDI, durante a reunião com os pais, a proposta da educação infantil não é alfabetizar. “Nos primeiros anos de vida, a criança tem que exercitar o lúdico. É por meio das brincadeiras que ela formula os primeiros conceitos, aprende a se relacionar em grupos, desenvolve a fantasia, forma sua personalidade e, principalmente, fortalece a autonomia e a alegria de viver, quando percebe que é amada pelos pais e pelos colegas”, destacou a psicóloga.

A diretora da escola, Pajuçara Marroquim, também ressaltou para os pais que a escola não substitui a família. “Esta é uma época para contar estórias, brincar junto com os filhos na grama, dar muitos abraços e declarar o amor pela criança. Assim elas crescem felizes e seguras”, disse a diretora.

Diretrizes Curriculares para a Educação Infantil

As orientações que foram destacadas pelas educadoras do NDI estão regulamentadas nas “Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil” que foram publicadas em 17 de dezembro de 2009, pelo MEC.

As escolas de educação infantil passaram todo o ano de 2010 se adaptando a essas orientações. “Para nós, não chegou a ser uma grande novidade, porque sempre trabalhamos com estes princípios”, destacou Ruth Caloête, coordenadora Pedagógica.

De acordo com essas diretrizes, “o currículo da Educação Infantil é concebido como um conjunto de práticas que buscam articular as experiências e os saberes das crianças com os conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural, artístico, ambiental, científico e tecnológico, de modo a promover o desenvolvimento integral de crianças de 0 a 5 anos de idade”

Sendo assim, as propostas pedagógicas da Educação Infantil devem considerar que a criança em suas relações e práticas cotidianas, onde vai construir sua identidade pessoal e coletiva. “Aqui utilizamos os projetos por áreas de saberes, onde a criança brinca e aprende pela observação e pela resolução de problemas cotidianos, junto com os colegas da mesma idade. A nossa intervenção é no sentido de contribuir, e não direcionar, o processo que eles estão vivenciando”, explicou a pedagoga Edvânia Sobral.

As diretrizes definem ainda que os princípios da educação infantil são: éticos: da autonomia, da responsabilidade, da solidariedade e do respeito ao bem comum, ao meio ambiente e às diferentes culturas, identidades e singularidades; políticos: dos direitos de cidadania, do exercício da criticidade e do respeito à ordem democrática; estéticos: da sensibilidade, da criatividade, da ludicidade e da liberdade de expressão nas diferentes manifestações artísticas e culturais.

Historiadores resgatam a trajetória dos militantes da esquerda em Alagoas

Em todas as partes do mundo, a História foi escrita pelos vencedores. Mas, muitas vezes, os vencidos encontraram alternativas para manter viva a memória dos que lutaram contra a ordem estabelecida. Aqui em Alagoas, esses testemunhos dos rebeldes ficaram abafados por muito tempo. Por isso, um grupo de pesquisadores resolveu se dedicar a recuperar estes arquivos e recontar alguns fatos históricos do ponto de vista de quem lutou contra o poder e pagou um preço alto por esta ousadia.

O grupo de pesquisa “História Social e Política” foi formado em 2009, sob a coordenação do professor Alberto Saldanha. Atualmente, o grupo é coordenado pelos professores de História Ana Paula Palamartchuk e Osvaldo Batista Acioly Maciel. Participam do projeto, nove pesquisadores e 19 estudantes de História, que desenvolvem quatro linhas de pesquisa: História da Política Externa no Brasil, História das Esquerdas: Política e Cultura, História Política da Alagoas Republicana e História Social do Trabalho.

Fontes documentais

O grupo começou por uma verdadeira busca nos arquivos, o que não foi uma tarefa fácil, porque os documentos não eram digitalizados e nem todos estavam em boas condições de preservação. Foi preciso digitalizar este material, em parceria com o Arquivo Público de Alagoas, o que possibilitou a participação de Alagoas no projeto “Memórias Reveladas: Centro de Referência das Lutas Políticas no Brasil (1964-1985)”. Esse projeto foi idealizado pelo Governo Federal com recursos da Lei Rouanet.

O trabalho do grupo de pesquisa também contribuiu para consolidar o Centro de Pesquisa e Documentação Histórica (CPDHis) da Ufal. A partir de maio de 2009, a equipe organizou a documentação doada ao Arquivo Público de Alagoas, por Geraldo Majella Marques, ex-militante do PCB de Alagoas, além de outras fontes de pesquisa sobre a Esquerda Brasileira. Um primeiro resultado desse trabalho será apresentado na Bienal, com o lançamento do livro "A Indústria Têxtil, a Classe Operária e o PCB em Alagoas", de autoria de Alberto Saldanha.

Leia a matéria completa no site da Ufal

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Informação, tecnologia e cultura digital

Facebook, Orkut, Twitter, Linkedin, blogs... São tantas as ferramentas de relacionamento online que cada vez mais os cientistas se voltam para o estudo sobre as consequências deste fenômeno. Já se fala até em “fadiga virtual”. Mas não se pode negar que as redes sociais estão incorporadas ao cotidiano de milhares de pessoas em todo o mundo. Desta forma, as empresas também se dedicam a desenvolver estratégias de interação com os internautas.

Nas universidades, as redes sociais e outras ferramentas da internet também estão cada vez mais presentes no ambiente acadêmico e passam a ser utilizadas como recurso didático. “Não adianta ficar criando resistência. A cultural digital é uma realidade. É preciso desenvolver estratégias produtivas de utilização das redes sociais”, afirma o professor Ronaldo Ferreira de Araújo, vice-coordenador do curso de Biblioteconomia da Ufal e mestre em Ciência da Informação pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Ronaldo Ferreira coordena a linha de pesquisa “Informação, Tecnologia e Cultura Digital” no curso de Biblioteconomia e tem alguns projetos em andamento. “A proposta é desenvolver métodos para avaliar a cultura digital na realidade de Alagoas”, explicou o pesquisador. Um exemplo foi o levantamento que o grupo de pesquisa fez sobre a utilização do twitter pelo setor de turismo gastronômico, na alta temporada de 2010. “Os alunos passaram três meses acompanhando todas as mensagens postadas pelo setor e perceberam que a comunicação ainda não é muito eficiente, nem baseada em um planejamento de marketing digital”, revelou o pesquisador.

Os alunos do grupo de pesquisa também acompanharam outras empresas nas redes sociais de Alagoas. “Embora existam algumas iniciativas positivas, percebemos que o marketing digital ainda é pouco valorizado pelas empresas locais”, disse o professor. Segundo ele, não é só nas empresas que a utilização desses recursos ainda é tímida. “Precisamos dar outra dinâmica também na própria universidade”, ressalta Ronaldo.

Leia a matéria completa no site da Ufal

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Meu pai e meu filho...

Parece uma cena comum, singela, sem grandes histórias... ledo engano! Existe uma grande jornada a ser narrada, até chegar a este momento: meu pai comemorando o dia dos avós, de mãos dadas com meu filho.

A história toda eu não vou contar agora, mas esta imagem só é possível porque houve a superação de ódios, medo, conflitos... houve amor e perdão suficientes para deixar para trás momentos ruins e recuperar uma relação familiar que parecia perdida...

E para coroar tudo isso, toda essa capacidade de renovação da vida, quando a gente acredita nela, veio Ernesto. Lindo, doce, levado, cheio de energia... à lembrar que cada dia é uma celebração!

Um exemplo de superação

Diante de tantas notícias escabrosas, envolvendo jovens, que por falta de alternativas acabam se envolvendo em crimes, precisamos valorizar mais o exemplo de pessoas, que têm uma origem pobre, mas souberam aproveitar as oportunidades que a vida concedeu e fizeram o seu melhor.

Este ano, na Ufal, em uma das matérias sobre Educação a Distância, conheci Rafael André de Barros, mestrando em Educação da Ufal. O jobem de 28 anos ilustra bem as oportunidades que são agarradas com força por quem deseja estudar, mesmo enfrentando adversidades. Ele cresceu no Jacintinho, um dos bairros mais populosos de Maceió e onde a maioria dos moradores é de classe média baixa ou vive abaixo da linha de pobreza. Filho de família pobre, Rafael precisou trabalhar desde cedo no comércio local, como ambulante, vendendo capas para celular.

Rafael cursou o ensino fundamental em escola pública do bairro, mas não teve condições de avançar para o ensino médio. “Nas horas de menor movimento, eu colocava o mostruário de lado e começava a ler um livro, ali mesmo na avenida”, conta Rafael. Foi numa dessas leituras que o jovem chamou a atenção de um empresário, que o ajudou a conseguir um emprego como frentista de posto.

Com um emprego melhor e acesso ao computador do posto, Rafael fez o provão do supletivo e obteve o diploma do ensino médio, já depois de ter sido aprovado no vestibular do curso piloto de Administração à distância, em 2006, na Ufal e começou a cursar em 2007. “Eu trabalhava de madrugada no posto, dormia um pouco e depois seguia para a universidade, onde comecei a me envolver com projetos de iniciação científica e bolsa trabalho”, contou o universitário.

Com o tempo, Rafael André deixou o trabalho no posto e se dedicou integralmente às atividades acadêmicas. “Existem muitas oportunidades na universidade para quem se dedica e quer estudar”, disse o universitário.

No final de 2010, Rafael André se formou em Administração, e já tinha sido aprovado no Programa de Pós-graduação em Educação da Ufal. “Tudo foi muito rápido, e quando eu penso na minha vida, lembro de amigos de infância tão capazes quanto eu, mas que se perderam no tráfico ou esgotados em subempregos, por falta de oportunidades”, comenta emocionado o mestrando.

Rafael faz questão de dizer que a Educação a Distância foi uma grande oportunidade de mobilidade social. “Eu saí da periferia do Jacintinho para estudar na Universidade Federal de Alagoas. A EaD salvou a minha vida”, diz Rafael entusiasmado.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Eu me reinvento...

A vida tem muitos começos, finais e recomeços... Não adianta mesmo querer reter as coisas... os momentos felizes passam, assim como os tristes... a vida vai passando e "é preciso saber viver".

Eu não me apego muito a essa questão de maturidade. É claro que a experiência é importante. Ajuda a equilibrar mais as emoções em cada momento. Mas no fim, eu amo do mesmo jeito, sofro do mesmo jeito... sempre com muita paixão e intensidade... e depois... vou seguindo o meu caminho...

Mas a vida é generosa comigo... a cada esquina, mesmo com algumas dores, sustos e rejeições, também encontro presentes divinos, carinhos sinceros, motivos para me entusiasmar com os acontecimentos...

Por isso, vou continuar com o coração aberto, ao amor e à dor que me couberem... e vou continuar vivendo com toda a alegria que eu puder!

segunda-feira, 21 de março de 2011

Cinco anos...

Eu lembro bem daquela madrugada do dia 21 de março de 2006, quando acordei com uma dor forte no ventre e quando levantei da cama a bolsa estourou. Recordo que mantive a calma, tomei banho, me arrumei e consegui dirigir até a maternidade. Liguei para a médica e ela fez o exame de toque... fui levada às pressas para a sala de parto.

Eu olhei para o relógio na parede e eram seis horas da manhã. Ainda não tinham chegado o anestesista e a neonatologista, mas Ernesto não esperou. Lembro que doeu, mas não lembro da dor... ficou mais a sensação do meu filho escorregando para fora... para o mundo, para a luz, para os meus braços... assim que senti ele terminar de passar eu pedi a médica que o colocasse no meu peito... Eram 6h40, Ernesto mamou de primeira e ficou lá comigo um pouquinho... depois foi levado para os procedimentos normais com um recém-nascido, e eu adormeci...

Mas acordei logo, impaciente, querendo meu filho nos braços... depois disso, lembro que fomos para casa e tudo era um aprendizado... a primeira vez que dirigi com ele no bebê-conforto, quando voltamos do hospital, eu não tinha o menor sinal da motorista apressada que sou na maioria do tempo. Tudo em mim era cuidado...

Sei que amamentar algumas vezes doeu, que muitas noites foram em claro, que voltar a trabalhar e passar as noites amamentando me deixou muito cansada... mas nada disso tinha tanta importância. Fundamental mesmo era o sorriso de satisfação a cada visita à pediatra. Ele crescendo forte, um meninão bem ativo e saudável!

Eu sei que cada dia desses últimos cinco anos, ele é a minha maior preocupação e minha maior alegria. Meu filho muito amado. Eu digo a ele todos os dias que o amo, muitas vezes. Mesmo antes de ter lido no livro "Quem ama não adoece" que "transmitir aos nossos filhos a certeza do nosso amor é o que de mais importante por eles podemos fazer".

Parabéns, Ernesto! Que a vida seja longa, saudável e generosa para voce! Deus te abençoe!


sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Ameaça é crime!

É sempre bom lembrar que a convivência social, mesmo por meio de ambientes virtuais, é definida por regras, que se forem quebradas, podem gerar inquérito policial e ação na Justiça:

Ameaça

Art. 147 do código penal - Ameaçar alguém, por palavra, escrito ou gesto, ou qualquer outro meio simbólico, de causar-lhe mal injusto e grave:

Pena - detenção, de um a seis meses, ou multa.

(fonte: site )

Outro crime comum existente na internet é o crime de ameaça que está localizado no capítulo de Crimes Contra a Liberdade Individual. O fato de alguém escrever um scrap no Orkut, email ou mensagem em fórum intimidando uma pessoa com mal justo como, por exemplo, “eu vou te matar” ou “estarei de olho na sua família” são ameaças definidas como crime.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Começando 2011...

Acabei de voltar do primeiro dia de trabalho do ano, depois de um mês de férias. Fui cobrir a posse do governador reeleito, Teotônio Vilela Filho, e do secretariado.


Foi bom reencontrar os colegas que estão comigo no dia a dia da busca de informações. Pessoas que trabalham muito, ganham pouco, mas vivem de bom humor... damos boas risadas nos intervalos das entrevistas...

Bom pensar que gosto do que faço e depois de 30 dias de descanso, para mim é um prazer retomar a rotina.

Agora estou aqui, emocionada, assistindo pela TV a posse da primeira mulher presidente do país!

O reveillon não foi exatamente como eu queria, mas deu para renovar os bons desejos para 2011, e depois os fogos na praia.

Meu filho prestou atenção nas luzes pela primeira vez. Nos primeiros três anos de vida, ele acabava dormindo antes da meia noite, no último dia do ano. Mas nesta madrugada, ele ficou abismado com o espetáculo dos fogos.

Agora é seguir em frente, um dia de cada vez, buscando paz, saúde e amor!

Feliz 2011!!!